Criticado, Zuckerberg nega querer limitar liberdade de expressão


A declaração foi em resposta às primeiras reações do jornalismo que questionou o Facebook pela decisão de começar a sinalizar notícias consideradas falsas (Foto: Divulgação)
Em 16/12/2016 às 09:15

O fundador e presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, sublinhou que as primeiras ações contra a disseminação de notícias falsas na plataforma são "um teste precoce". Em seu perfil na rede social que criou, Zuckerberg afirmou:"Eu vou manter um olhar atento para garantir que estamos combatendo ´spam´ e golpes, e não limitando a liberdade de expressão das pessoas."

A declaração foi em resposta às primeiras reações do jornalismo mais à direta nos EUA, que questionou o Facebook pela decisão de começar a sinalizar notícias consideradas falsas por seus usuários e por serviços de checagem.

O site "Breibart", que é de um assessor do presidente eleito Donald Trump, Steve Bannon, sob o título "Mestres do Universo decretam: Nós decidimos o que é ´notícia falsa´", questionou a participação dos checadores Snopes e PolitiFact no projeto, por serem supostos esquerdistas.

E a manchete do "Drudge Report" é "A ascensão da polícia da verdade!". Em seu post, Zuckerberg escreve: "Eu entendo como isso é sensível e instruí a nossa equipe para prosseguir com cuidado e concentrar-se na luta contra o ´spam´, não sinalizando opiniões".

Ele diz que o Facebook não quer ser "árbitro da verdade", por isso está trabalhando com checagem de terceiros. "Continuaremos procurando terceiros imparciais para adicionar à nossa lista de revisores", afirmou.

 

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