´Velho Chico´: Carlos arma com Madá para Afrânio fazer um testamento

Luiza Brunet vai voltar à "Velho Chico" no dia 6 de julho. E Madá não vai apenas servir aos desejos de Afrânio (Antônio Fagundes). A cafetina se junta a Carlos Eduardo (Marcelo Serrado) para induzir o coronel a colocá-lo como seu sucessor. Carlos diz a Madá que teria que "derrubar toda uma linha inteira de sucessão" para herdar algo do coronel. "Você conhece os de Sá Ribeiro, Madá, sabe que tenho poucas chances... Se, por um ´infeliz acaso´, o coronel partir, tenha certeza que eles entram em briga por isso tudo!", diz. Madá fala que é preciso abrir os olhos do coronel para o que está acontecendo. "É o que venho tentando fazer... Mas estou sozinho. E, não adianta o quanto eu diga ou faça, o sangue dessa família sempre fala mais alto!", fala.

É então que a a cafetina fala que ela pode ajudá-lo: "Talvez o senhor precise de alguma ajuda, um toque mais... sutil. De repente, uma mulher como eu, possa ser útil para ajudar um homem feito Afrânio a enxergar as coisas por um novo ângulo...". Quando está com o amante, Madá começa a falar sobre problemas de família. "Gente que nasce na riqueza, no bem bom da vida, não dá valor ao que recebe. Família não é só sangue! São também os amigos, os companheiros, os aliados! Às vezes até mais aqueles que nos ajudam a construir do que quem herda tudo no papel... Família é quem nos respeita e fica do nosso lado. Os outros são família, mas é de cartório, de papel passado! É família de herança, quando a gente morre!", diz.

Afrânio fica interessado na conversa e ela conta, despretensiosamente, que fez um testamento para afastar parentes indesejados. "Sua história é minha também! Quando eu morrê vai estar ´assim´ de parente querendo o que amealhei na vida com meu trabalho. Mas agora sou a quenga, dona de bordel, vadia, não me convidam nem me aceitam pra tomar um café! Se puderem me negar um copo d'água, me negam! Mas quando eu me for, meu dinheiro não vão negar! Esses são meus parentes, mas não vão rir quando eu me for, não, que já tomei minhas providências! Já fiz meu testamento e o que é meu vai pras meninas que me ajudaram a construir essa casa. Elas são minha família! As que ficaram do lado, e a que escolhi!".

O coronel diz que ela fez o que é justo e Madá sugere que ele faça o mesmo: "Não quero me meter na sua vida, mas, se eu fosse painho, fazia era o mesmo!". Afrânio olha para Madá e pensa em suas palavras.

Fonte: Extra Online


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