Brasil é o país onde mais cresce consumo de notícias por redes sociais

É geral o uso de redes sociais, particularmente do Facebook, como principal fonte de informação. Mas como mostra o mais recente levantamento anual do Instituto Reuters de Estudos sobre Jornalismo, essa tendência é mais forte no Brasil, que lidera nessa preferência entre os 26 países pesquisados. 

Por aqui, 72% disseram usar as redes sociais como fontes de notícias, percentual que só fica atrás da Grécia (74%) e da Turquia (73%). A variação entre os países analisados é grande. Apenas 31% na Alemanha, ou 35% no Reino Unido. Nos Estados Unidos e na Europa como um todo, 46%. A média geral é 51%. 

Segundo o estudo, "a maior mudança na mídia digital foi o crescimento de notícias acessadas por redes sociais como Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat". Além de estar no grupo dos que já têm alta adesão a essa prática, o Brasil lidera no crescimento dessa tendência, tendo praticamente dobrado em um ano o percentual daqueles que dizem ter nas redes sociais a principal fonte de informação (10% em 2015 para 18% em 2016). 

"A audiência mensal de algumas das principais marcas de notícias online, como G1 e Uol, supera os 30 milhões de visitantes únicos em 2015. Mas em termos de popularidade os sites de notícias no Brasil não são páreo para o Facebook", destaca a parte do estudo específica sobre o país. "Desde dezembro de 2015, uma dúzia de noticiários – alguns de propriedade de pesos-pesados da mídia – começaram a publicar diretamente no FB". 

No geral dos 26 países, 44% dizem usar o Facebook para notícias, mas também aparecem com destaque o YouTube, com 19%; o Twitter, 10%; e o Whatsapp, 8%. Segundo o estudo, o Japão (por preferir ferramentas que mantenham o anonimato) é o único país onde o YouTube supera o FB.

Fonte: Convergência Digital


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